Entre os maringaenses que lotaram ônibus para participar dos atos antidemocráticos em Brasílias estava muita gente da terceira idade. Até uma senhora neta de pioneiros que lhe deixaram herança milionária, integrou a massa de manobra que acabou em vandalismo. Caravanas chegaram a ser articuladas por um pastor.
No acampamento na frente do Tiro de Guerra, durante o ajuntamento de muitos solitários, marcou presença uma conhecida escritora da cidade. Houve, digamos, uma certa democracia na mesclagem dos golpistas.