Bancada feminina
A 11ª foi uma das legislaturas maringaenses (1997-2000) que mais teve vereadoras, quatro no total. O Legislativo tinha 21 cadeiras e, apesar das diferentes posturas políticas, a bancada feminina sempre teve bom relacionamento.
A foto é da diplomação de Arlene Lima (PMDB), filha de Ary Lima, ex-deputado federal, escritor e autor do Hino a Maringá com Aniceto Matti; Fabiana (Bia) Correa, primeira mulher petista eleita na cidade; Edith de Carvalho (PFL), professora aposentada e secretária do deputado Ricardo Barros (PP); e Serafina Carrilho (PSDB), que presidiu a Rede Feminina de Combate ao Câncer, que depois foi eleita deputada estadual.
A outra legislatura com quatro mulheres foi de 2005-2008 (13ª), a primeira com 15 cadeiras, com Edith Dias (PP), Marly Martin (DEM), Márcia Socreppa (PSDB) e Norma Deffune (PP). Com 23 vagas na próxima legislatura, Maringá poderá voltar a ter um número maior de vereadores (hoje são duas e houve legislatura em que nenhuma foi eleita).
Foto: Arquivo/Tabajara Marques
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