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As representantes de Maringá

“Ideologia” só era o nome de uma música do Cazuza

Ontem o Plenarinho da Assembleia Legislativa recebeu o 1º Encontro de Prefeitas e Vereadoras do Paraná. Maringá foi representada na mesa principal por uma ex-eleitora daqui, a deputada estadual Maria Victória (PP), que segundo o papai mamava na prefeitura desde criancinha.

Maringá tem duas vereadoras e nenhuma prefeita, como se sabe, mas compareceu com uma vereadora, que um dia já foi ideológica e defensora, como se dizia, de fracos e oprimidos, além da secretária da Mulher, Terezinha Perreira (PP), 159 votos em 2020, indicada pela vereadora e que achava que seria secretária estadual da Mulher, e pela sua ex-superintendente, demitida em fevereiro, Eliany Feitoza (a última à dir. na foto), que esta semana foi substituída pela irmã de um ex-deputado que não conseguiu a reeleição.

Diante do fato de que a secretária e a ex-braço direito, acusadas de assédio em várias instâncias mas sob o guarda-chuva do deputado Ricardo Barros, um leitor pergunta: o que faz uma ex-superintendente que perdeu o cargo recentemente acompanhando a titular da Semulher num evento desses? Respostas podem ser enviadas para o prefeito Ulisses Maia (PSD), que em tese deu a canetada da exoneração, que esconde mistérios, segundo a rádio corredor.

A realização foi do Fórum Paranaense de Instância de Mulheres de Partidos Políticos e teve a participação de mais de 170 mulheres, representantes e líderes de 13 partidos políticos, de deputadas estaduais, prefeitas, vice-prefeitas, vereadoras e conselheiras, e com a presença secretária executiva do Ministério das Mulheres, Maria Helena Guarezi, que destacou avanços para pautas de necessidade das mulheres.

Foto: Brenda Rompatto/Redes sociais

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