Ex-funcionário agora preside o Tecpar

Celso Kloss tomou posse hoje na presidência do instituto

O Governo do Paraná indicou um novo diretor-presidente para o Instituto de Tecnologia do Paraná. O indicado é Celso Kloss, que tomou posse hoje em cerimônia com a presença do presidente do Conselho de Administração do Tecpar, Haly Chamy. Kloss foi indicado nesta semana pelo Governo do Estado e eleito pelos membros do Conselho de Administração.

Engenheiro Químico formado pela Universidade Federal do Paraná e mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela University of Georgia (Estados Unidos), Celso Kloss já foi funcionário do Tecpar. No instituto, atuou como assessor da Qualidade entre 1995 e 1996, como gerente de Serviços Tecnológicos de 1997 a 1999, e gerente de Marketing e Relações com o Mercado, entre 2000 e 2003.

Kloss disse estar feliz em retornar ao Tecpar e espera que sua chegada fortaleça o instituto em temas prioritários como saúde, agricultura, empreendedorismo e inovação tecnológica. Ele também destacou que vai trabalhar em parceria com a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

“Espero ser um elo facilitador na concretização dos projetos que irão consagrar a posição do Tecpar no cenário da saúde e da inovação tecnológica no Paraná e no Brasil. Nossa missão, ao lado da Seti e da Fundação Araucária, será a de compor e contribuir para o fortalecimento da estrutura de ciência, tecnologia e inovação do Estado, para consolidar as ações de desenvolvimento tecnológico do Paraná”, destacou.

Celso Kloss foi também diretor-superintendente da Rede Paranaense de Meteorologia e Ensaios (Paraná Metrologia), de 2003 a 2022, e diretor-superintendente da Universidade Livre do Meio Ambiente (Unilivre), de 2016 a 2022. Ele assume em lugar de Jorge Callado.

O Tecpar, que possui área de terras em Maringá, anunciou em 2021 a produção do trastuzumabe, princípio ativo referência contra um dos tipos mais graves de câncer de mama oferecido de graça no SUS desde 2013. O Comitê Deliberativo e a Comissão Técnica de Avaliação das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo do Ministério da Saúde deram parecer pela não continuidade da PDP. Em 2018, por meio da PDP, o trastuzumabe foi oferecido ao Ministério da Saúde por valor 37% acima do cobrado pela Roche em 2017. (C/AEN)

Foto: Hedeson Alves/Tecpar