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Contribuições para o Orçamento Cidadão 2023

Debates permitem identificar problemas crônicos da ‘melhor cidade para se viver’

Por ocasião das assembleias do Orçamento Cidadão 2023, que ocorrem ao longo desta semana, resolvi divulgar algumas contribuições que podem ajudar Maringá a se tornar cada vez mais justa, segura e inclusiva, no presente e no futuro. Elas sintetizam quase uma década de debates que travei com amigos, familiares, colegas, conhecidos e desconhecidos de diversos bairros, movimentos sociais e setor público.

Esses debates, observações e análises me permitiram identificar alguns problemas crônicos da “melhor cidade para se viver” no universo, que mexem profundamente com cada cidadão maringaense. Aliás, viraram clichês das campanhas eleitorais.

O objetivo de torná-las públicas é incentivar mais e mais pessoas e grupos a participarem da política local, hoje e sempre: sugerindo, criticando, reclamando, nas ruas, nas feiras, nas redes. Tudo que possa mostrar ao Poder Público as verdadeiras prioridades da população, para evitar que o dinheiro dos impostos seja investido em coisas supérfluas. Viáveis ou não, acho que vale a reflexão. Chega de papo furado, são elas:

Provavelmente a administração alegaria não ter orçamento pra isso, que já existe aquilo, que tem de estudar, que é desnecessário, inviável ou mesmo absurdo. É praxe nesse ramo! Mas acredito que muita gente vai se identificar com as propostas, e foi pra essa gente que resolvi escrever.


(*) Eduardo Siqueira: graduado em Letras e especializado em História pela UEM, servidor público municipal desde 2006, dirigente do PCdoB Maringá.

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