O Partido Novo de Maringá critica STF, governo federal e esquerda, mas permanece em silêncio sobre acusações contra membro preso do partido, diz matéria publicada no site O Diário de Maringá. Ele se refere ao médico Felipe Sá, que foi candidato deputada pelo Novo ano passado e pré-candidato a veredor em 2024, preso sob acusação de abuso sexual a pacientes.
Oficialmente o Novo de Maringá ainda não se manifestou sobre o caso nem a possibilidade de expulsão de seu filiado. Não há nenhuma informação nos perfis do Facebook, no Twitter não há conta e no Instagram a conta existente não possui postagens.
No dia em que o ginecologista e obstetra foi preso, o perfil no Face publicou postagem sobre o fim do prazo para quem desejasse ser pré-candidato a vereador. De lá para cá foram feitas outras duas postagens, nenhuma delas sobre o caso.
O Novo em Maringá tem diretório eleito, com prazo até fevereiro de 2024. Seis pessoas integram a executiva. E-mail enviado ao partido perguntando sobre a ação da sigla em relação ao que aconteceu com seu ex-candidato a deputado (fez pouco mais de 2,5 mil votos ano na eleição de 2022), não obteve resposta.