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Quem será o podófilo?

DJ posta que recebeu pedido de vereador de Maringá

Quem será o vereador de Maringá que pediu para beijar os pés do DJ Gui Henrique? Ele postou em rede social, dias atrás: “um vereador de maringá pedindo pra beijar meus pés mona”. Mona, na linguagem LGBT. significa mulher ou homossexual masculino afemininado.

O DJ maringaense tuitou sobre o assunto no dia 9 e chegou a escrever, diante dos comentários pedindo o nome do vereador podófilo, que mais tarde contaria, mas até agora não revelou.

Considerando que em setembro do ano passado a Câmara rejeitou, por 10 votos, a criação do Conselho Municipal de Direitos LGBTI+, o vereador beijoqueiro teria votado contra seus próprios direitos…

Publicação foi feita no dia 9

A propósito, um texto sobre o fascínio pelos pés:

A Podofilia e seus Mistérios na Sexualidade Humana

No universo vasto e complexo da sexualidade humana, a podofilia emerge como um enigmático fetiche que desperta curiosidade e questionamentos. Essa particular parafilia, caracterizada pelo interesse e excitação sexual direcionados aos pés, tem instigado especialistas e leigos a investigar suas origens e implicações nas relações interpessoais.

Raízes na História e Cultura – A reverência aos pés remonta a tempos ancestrais, onde civilizações antigas os consideravam símbolos de divindade, beleza e prestígio. Em mitologias diversas, deuses e deusas eram frequentemente retratados com pés impecáveis e delicados, conferindo a essa parte do corpo uma aura especial. Essa veneração ancestral pode ter legado traços que perduram até a atualidade, influenciando, de alguma forma, o fascínio contemporâneo por pés.

Psicologia e Explicações – As origens psicológicas da podofilia têm sido objeto de análise e conjecturas. Especialistas aventam a possibilidade de que experiências de condicionamento na infância ou adolescência possam criar associações duradouras entre estímulos sensoriais dos pés e o prazer sexual. Essa ligação, formada em tenra idade, poderia ser responsável pelo despertar do interesse erótico por essa parte do corpo na vida adulta.

Outra teoria sugere que o fetiche pelos pés pode ser resultado do desejo de explorar o desconhecido. A representação simbólica dos pés como uma região distante e, por vezes, negligenciada, durante as interações sociais pode estimular a curiosidade e atração erótica. O impulso de desvendar o inexplorado pode, assim, manifestar-se na podofilia.

A Vivência da Atração – Para aqueles que se identificam com a podofilia, o simples ato de contemplar os pés pode desencadear uma intensa excitação. Beijar, acariciar, massagear ou lamber os pés de um parceiro são gestos que assumem tons altamente sensuais e gratificantes. É essencial ressaltar que os fetiches são expressões inerentes à sexualidade humana, e desde que vivenciados com consensualidade e respeito, não devem ser alvo de preconceito ou estigma.

Diálogo e Compreensão – Entretanto, é primordial que qualquer prática ou preferência sexual seja conduzida com equilíbrio e mútuo consentimento. O diálogo aberto e franco sobre desejos e limites é essencial para garantir o bem-estar emocional e psicológico de ambos os parceiros.

Aceitação da Diversidade Sexual – A sexualidade humana é uma paisagem diversa e multifacetada, e a podofilia é apenas uma das muitas nuances que a compõem. É imperativo promover uma sociedade inclusiva e respeitosa, onde cada indivíduo possa expressar livremente sua sexualidade, desde que dentro dos limites éticos e consensuais.

Em conclusão, a podofilia representa uma das várias formas de manifestação da sexualidade humana. Sua compreensão e aceitação dentro do mosaico de expressões afetivas e sexuais são pilares fundamentais para uma convivência harmoniosa e empática na busca por relações saudáveis e plenas.

Fotos/arte: Twitter (@alexciaga)/Reprodução

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