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Qual bolsonarista presidirá a Caixa?

Ex-deputada federal Margarete Coelho, do Piauí, pode assumir a Caixa

A entrada do PP na base do presidente Lula está gerando um perereco danado, principalmente por conta de um suposto “pacote político” que incluiria a desistência de Ricardo Barros, ex-líder do governo Bolsonaro na Câmara) de disputar o Senado. Em troca, colocaria a mulher, Cida Borghetti Barros, ex-conselheira de Itaipu, nomeada pelo ex-presidente, na presidência da Caixa Econômica Federal. Barros nega, segundo Guilherme Amado, do site Metrópoles.

A também bolsonarista Margarete Coelho, porém, teria hoje as maiores chances de substituir a atual presidente da Caixa, Rita Serrano, ligada ao PT. Ela é do Piauí, terra do senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP e ex-ministro de Bolsonaro.

Desde o início do mês circula que Ciro Nogueira indicaria o nome do novo presidente da Caixa. Por ter sido ministro da Casa Civil de Bolsonaro, as negociações estariam ocorrendo de forma sigilosa, para minimizar reações de aliados.

Os Barros com Lula, de quem Ricardo foi vice-líder: cargo para Cida?

No caso de Cida Borghetti, haveria do “pacote” faria parte o apoio de Ricardo Barros à deputada federal Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT e pré-candidata a senadora, na aguardada eleição suplementar que deve ocorrer em 2024 com a cassação do mandato do também maringaense Sergio Moro (União Brasil), por fraude nos gastos da campanha no ano passado. O deputado federal Zeca Dirceu e o deputado estadual Requião Filho também são pré-candidatos ao Senado pelo PT.

De acordo com o broadcast do Estadão e comentaristas do Estudio i, da GloboNews, o nome que Ciro Nogueira indicará, se o acordo entre Lula e o PP for concretizado, será mesmo o de Margarete Coelho, ex-deputada federal e ex-vice-governadora do estado de Nogueira. A ex-parlamentar é atualmente diretora de administração e finanças do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

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