Ecos do evento de sexta
A chuva não prevista pelo Simepar e a manifestação de entidades contra a privatização da Copel levaram para o Auditório Hélio Moreira a cerimônia de anúncio de R$ 20 milhões do governo do estado para o Eixo Monumental. E aí foram os flagrantes foram inevitáveis, muitos dos quais debitados ao cerimonial do governo do estado
O deputado estadual Adriano José (PP), por exemplo, ficou sem lugar para sentar na frente, e ocupou dois lances de escada.
O ex-secretário municipal de Obras Públicas Albari Medeiros, que integra a cúpula do Paranacidade, foi barrado pelo diretor de Comunicação, Carlos Eduardo Pereira Alves, e teve que ficou atrás da fitinha.
O também deputado estadual Do Carmo (União) aproveitou a deixa para deixar claro que é pré-candidato à vaga do prefeito Ulisses Maia. Disse que o governador poderá continuar trazendo recursos para Maringá que ele terá prazer em terminar as obras que o prefeito começar.
O deputado federal Sargento Fahur (PSD), que recentemente internou-se por problemas cardíacos, usou o evento para bajular o ex-presidente inelegível Jair Bolsonaro, alvo de suspeitas de vender objetos valiosos da União.
Já o ex-prefeito Silvio Barros II (PP) ficou distante das ‘autoridades’, sentou-se um pouco no meio, mas levantou-se e foi embora antes das falas principais.
O governador Carlos Massa Ratinho ainda foi num lançamento imobiliário após o evento no paço municipal. Trata-se de um loteamento de luxo, que utiliza como atrativo terras da União cedidas à prefeitura, governo do estado e governo federal, para construção de hospital e delegacia, e que pretende aumentar em 10% a atual população da cidade.
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