Livro de Messias integra Projeto Memória

Manoel Messias Mendes: forjado em redação

A Federação Nacional dos Jornalistas destacou o lançamento de Orelha de Jegue, de Messias Mendes, em Maringá, em texto que informa que o livro faz parte do Projeto Memória do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Norte do Paraná. Será no Centro de Ação Cultural às 19h de sexta-feira, 25.

Ao seu referir ao livro, o Sindijor Norte PR – fundado a partir da ação conjunta de jornalistas das regiões de Londrina e Maringá – comenta que “Mané” Messias Mendes é uma referência para todos profissionais. “Este é o segundo livro editado pelo Projeto. Antes teve Jota Oliveira, com seu Cinquenta Anos de Jornalismo. Jota, um ícone do jornalismo londrinense, a rememorar fatos e histórias do jornalismo.

Tanto Messias Mendes, em Maringá, como Jota Oliveira, em Londrina, são jornalistas forjados nas redações, em uma época em que o ensino de jornalismo nas universidades apenas engatinhava. Um tempo em que os jornalistas aprendiam a profissão no exercício cotidiano dela.

Hoje os tempos são outros. E outras são as tecnologias. Nada mais de textos enviados por telex ou malotes dos jornais, das sucursais e correspondentes para a sede. As redes sociais encurtaram distâncias. As notícias hoje são compartilhadas quase em tempo real. Mas o essencial do bom jornalismo ainda é necessário. Como é necessário conhecer nossa história e de como o jornalismo sério e comprometido com a função social é vital. Especialmente quando notícias falsas tomaram conta das redes.

O Projeto Memória visa unir esses dois mundos. O passado do jornalismo no norte do Paraná com os dias atuais. Conhecer nosso passado é fundamental para construirmos o futuro do jornalismo. Um jornalismo que precisa, cada vez mais, estar do lado dos excluídos da sociedade atual”, diz o texto do sindicato, que faz o convite a todos para a noite de autógrafos, na tradicional Sala Joubert de Carvalho no CAC, sede da antiga Biblioteca Municipal Bento Munhoz da Rocha, criada em 1957, localizada provisoriamente em prédio alugado no chamado Novo Centro.

Foto: Arquivo MN