O mistério ainda continua
Amanhã vai fazer uma semana que a Polícia Federal realizou a Operação Última Milha, que investiga o monitoramento ilegal com o uso de equipamentos (sistema First Mile) da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Cerca de 30 mil pessoas teriam sido monitoradas no governo Bolsonaro, entre elas adversários políticos, jornalistas e advogados.
Após a deflagração da operação, um usuário do sistema apagou os dados dos monitoramentos, arquivos que depois foram restaurados. Foram feitas duas prisões e a PF cumpriu 25 mandados de busca e apreensão em quatro estados e no Distrito Federal. No Paraná foram cumpridos mandados em Curitiba e Maringá. Até hoje não vazou o nome da pessoa ou da empresa onde houve a atuação da PF.
Ninguém sabe, mas muitos desconfiam, por conta de maringaenses que atuaram no governo anterior. Nos últimos anos corriam nos bastidores que havia um ou dois privilegiados na cidade com o chamado “guardião”, que permite a escuta telefônica.
Foto: Agência Brasil
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