O risco da MetLife
De Elio Gaspari, em O Globo:
Em 1992 um brasileiro residente em São Paulo comprou, através de um corretor autônomo, uma apólice de seguro de vida da empresa americana MetLife. O contrato previa a formação de um pecúlio resgatável depois de algum tempo, a critério do segurado. Coisa simples, que diversas seguradoras brasileiras praticam hoje em dia no Brasil, com sucesso.
Passaram-se 31 anos e no início deste ano o segurado brasileiro resolveu resgatar seu pecúlio. Passaram-se dez meses, e a vítima não consegue fazer o resgate. Mais que isso: apesar de a MetLife operar no Brasil há duas décadas, ele não consegue nem falar com quem lhe diga o que deve fazer para recuperar o que é seu, conforme previsto no contrato.
A MetLife americana não responde aos pedidos e a MetLife brasileira diz que o problema não é dela. Enquanto isso, ficam com o dinheiro.
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