Entre um beija-mão e outro…
O secretário de Indústria, Comércio e Serviços, deputado federal licenciado Ricardo Barros (PP), o ex-ministro que defendia imunidade de rebanho contra a covid-19, ao estender o palmo para o para o tradicional beija-mão que acontece nos finais de semana em seu escritório político, teria feito ouvidos moucos sobre o que aconteceu recentemente com sua antiga aliada Terezinha Pereira, secretária de Políticas Públicas para as Mulheres de Maringá.
Terezinha Pereira trocou o PP pelo PSD, dizem, na chamada “livre e espontânea coação”. Ao receber a determinação para se filiar ao partido do governador Carlos Massa Ratinho Junior, do qual a própria trabalhou para ser secretária, ela pediu, primeiro, para ouvir o grande chefe do Posto Ipiranga. Foi-lhe negada essa possibilidade e ela teria engolido seco. Barros, ao saber, não teria gostado.
Agora sua maior preocupação é achar um nome para ser candidato a prefeito, já que o nome do irmão é considerado fora da disputa, e não é só por conta dos processos. A falta de interesse do irmão mais velho e alta rejeição nos levantamentos internos também pesam.
Foto: Câmara dos Deputados
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