Um cargo comissionado da Secretaria Municipal de Aceleração Econômica e Turismo, aquela que em tese é comandada pelo vice-prefeito Edson Scabora (MDB), tem sido alvo de contribuintes por exercer atividades que não são de sua competência.
Levantamentos obtidos através de vários pedidos de informação e cruzamento de dados mostram que na prática o gerente tem se dedicado a outros tipos de atividades, como tratar de assuntos religiosos, como um braço de pré-campanha municipal. Tem sido inclusive sido apontado como o canal para receber pedidos de pastores, de poste apagado em frente ao templo até a a renovação de parceria com instituição confessional e a Prefeitura de Maringá. Outras tarefas particulares em horário de expediente foram detectadas.
O certo é que qualquer investida junto a lideranças evangélicas por políticos que não tenham o sobrenome Barros vai encontrar resistência, mas daí a burlar dos homens é, digamos, pecado.
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