Fim de uma era


Como tudo na vida tem um fim, exceto a própria, mesmo assim separada por Existências no corpo físico e fora dele, hoje findam-se as transferências por DOC, que como algumas existências já tinham acabado, no popular, já tinham morrido e apenas não tinha caído.
Bons tempos em que o DOC era a garantia contra cheques sem fundos, embora dependesse da compensação. Com a TED, começou a ‘morrer’, e depois com o PIX entrou em estado de coma, respirando por aparelhos, definitivamente desligados hoje.
Para nós, bancários ‘das antigas’, o DOC foi bom enquanto durou, não diria que deixa saudades, mas boas recordações.
Enfim, só a vida é eterna, reitero, mas há controvérsias, sobretudo entre os mais materialistas, como meu amigo Santiago, que às vezes é traído pelo subconsciente e tente a acreditar na eternidade, mas quer crer que ela não exista. E não é só ele.
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Foto: JComp/Freepik
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