Uma das características da comentarista do RCC News e pré-candidata a vereadora é a do uso exagerado do diminutivo, que muitas vezes se torna ofensivo, em vez de carinhoso, como talvez fosse sua intenção.
Na edição do jornal, nesta sexta-feira, por exemplo, a pretexto de criticar o fim da isenção eleitoreira de Bolsonaro, ano passado, quando ilegalmente, claramente com objetivo de agradar religiosos e pseudos (há muitos pseudos religiosos, infelizmente), foi concedida isenção de IR e descontos para a previdência a pastores e líderes religiosos e cujo impacto para os cofres públicos, segundo o Blog do Octávio Guedes (17), já soma impacto de quase R$ 300 milhões, ela (Pâmella) se referiu a ‘pastorzinhos de igrejinhas’.
Cara Pâmella, não fica bem chamar os pastores de pastorzinhos, ou senhores menos jovens, como eu, de ‘senhorzinho’, nem mesmo a máfia do ‘likezinho’ é legal. Já pensou, você, como vereadora, dizer que apresentou um ‘projetinho ou projetozinho’? Lembro que na campanha eleitoral de 2004, do então candidato João Ivo Calefi, num debate falou que a administração tinha entregado ‘apartamentinhos’ (“Através da Cohapar, o secretário Romaneli (…) estamos com mais 100 casas do PCH e também agora 396 casas, apartamentinhos ali, grandes, ali perto da Polícia Federal deve começar”) e foi alvo de muitos memes que provavelmente contribuíram para a derrota.
Espero que aceite as observações como crítica construtiva, embora tenha poucas esperança que corrija este e outro vício de linguagem que tem como abusar da expressão ‘tudo mais’, como uma espécie de etc.
Mas que sou eu para criticar, não é mesmo?