A cidade árvore, que tende a se tornar a cidade da grama sintética, continua perdendo exemplares. Como se verifica na rua Neo Alves Martins, próximo à avenida Duque de Caxias, em Maringá, onde uma árvore até recentemente crescia de vento em popa e frondosa.
Há alguns meses por causa de um vendaval a árvore inclinou, mas resistiu ao graças a estacas de caibro colocadas por amigos do meio ambiente. Manteve-se firme e forte. Do nada, porém e coincidentemente após uma mudança em comércio próximo, a árvore secou.
Não há mais sombra, mas sobra artificialidade na “grama” verde de material plástico, a menos de duas quadras do paço municipal. Uma pergunta do meio ambiente da cidade árvore ao Instituto Ambiental de Maringá, já que Chapolin Colorado não existe mais: “Quem irá nos salvar?”.
Foto: Google Street View