UEM explica

Prefeitura do Câmpus da UEM divulga nota com esclarecimentos sobre problemas relatados em postagem publicada ontem

A propósito de postagem feita ontem, com relato de um estudante da instituição a um parente, a Universidade Estadual de Maringá encaminhou a seguinte nota:

“A Prefeitura do Câmpus informa que, devido à presença de pombos, um bloco está com a restrição ao fluxo de funcionários e alunos, embora os laboratórios continuam funcionando normalmente, até que a PCU instale os equipamentos para evitar a invasão das aves. A empresa está licitada. Outros dois blocos receberão o mesmo reparo.

Sobre as obras paralisadas, a UEM lançou sete editais para a retomada da construção de blocos, no câmpus sede, no HU e nos câmpus regionais. Outras licitações serão lançadas.

No Bloco D-34 (Direito), a PCU comunica que não há vaso sanitário quebrado, tanto nos banheiros masculino e feminino. Quanto aos assentos sanitários, foi solicitada a substituição de todos que estejam com problema ou faltando a peça.

Conforme a Prefeitura, o Bloco D34, assim como os demais blocos de sala de aula, são limpos diariamente duas vezes por dia (manhã e hora do almoço). Providências vêm sendo tomadas para sanar a falta de papel higiênio e de torneiras.

Sobre a iluminação, a PCU fez uma compra de refletores e postes e está efetuando a instalação em vários pontos do Câmpus, a fim de melhorar a iluminação e a segurança da comunidade acadêmica, em especial dos estudantes.

Sobre o câmpus de Ivaiporã, o câmpus não deixou de pagar água e luz do ginásio Sapecadão e do estádio municipal, até porque são despesas custeadas mensalmente pelo governo do Estado. No último dia 27 de fevereiro, a prefeitura local e a UEM concordaram em assinar um termo de gestão compartilhada do ginásio e do estádio. O documento tem cláusulas de uso e manutenção destes espaços. Em outras palavras, ambas dividirão responsabilidades, incluindo os custos mensais de energia elétrica, água, segurança e preservação das estruturas compartilhadas. O termo trará ganhos para a UEM. Somente na pavimentação do câmpus estão sendo aportados R$ 2 milhões”. 

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