Pré-candidatos assumem compromissos com dirigentes partidários, mas depois mudam de ideia e se esquecem dos acordos; uma versão moderna de Brutus e Julio Cesar
A temporada de traições políticas foi aberta com o início da janela partidária, mas se estende a não vereadores.
O que mais tem é pré-candidato a vereador que firma compromisso com um partido e, na hora, atraído por razões diversas, deixa dirigente chupando o dedo.
E não importa se é autônomo ou médico, traição não escolhe profissão. Por isso ninguém trabalha na política com 100% de confiança no que vê, toca ou ouve.
