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Um retrato eleitoral

Partidos se movimentam, dedicando-se principalmente à confecção de chapas de pré-candidatos a vereador

O Partido Liberal de Maringá está surpreendendo e, mesmo em cima da hora, está realizando filiações de lideranças para a chapa que disputará a eleição municipal, com o deputado estadual Delegado Jacovós disputando a prefeitura.

Além do Delegado Luiz Alves, que deixou o Republicanos e até recusou convite de Ricardo Barros (PP), um grupo considerável de lideranças deve desembarcar na sigla. Além de Jacovós, o atrativo é a legenda (22), à qual pertence o ex-presidente inelegível Jair Bolsonaro.

Também o deputado estadual Do Carmo (União Brasil) está se preparando para a campanha eleitoral municipal, hoje com o apoio do Agir e do PRTB. A aliança inviabilizada com o PL já foi superada e as previsões feitas no início do ano se mantêm.

Há a incógnita de Dr. Batista – considerado por muitos um nome chave no pleito -, a estruturada pré-campanha de Edson Scabora e, navegando tranquilamente por águas ideológicas diversas o ex-vereador Humberto Henrique, e é a federação, junto com o PSDB/Cidadania, que menos tem preocupação com chapa de vereadores, montada e tida como “redonda”.

Nos bastidores, porém, o dínamo político não para e amanhã vai ser outro dia. A política eleitoral, que muitos comparavam com o xadrez, às vezes parece mesmo ser um jogo de baralho. Se fosse truco, haveria muito ‘facão’.

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