Ícone do site Angelo Rigon

TCE reprova contas do prefeito de Pitangueiras

Parecer pela irregularidade das contas de Samuel Teixeira (foto) foi da Segunda Turma do Tribunal de Contas do Paraná; uma das infrações foi à Lei de Responsabilidade Fiscal

O Tribunal de Contas do Estado do Paraná reprovou as contas do exercício de 2022 do prefeito de Pitangueiras, Samuel Teixeira (PL). O prefeito ingressou com embargos de declaração, que serão analisados pelo conselheiro Fábio Camargo, que foi relator no parecer que apontou as irregularidades.

A reprovação das contas pelo TCE-PR aponta para irregularidades na gestão fiscal de Teixeira, levantando preocupações sobre a transparência e eficiência na administração dos recursos públicos. O procedimento comum, após a reprovação, é que a Câmara Municipal de Pitangueiras receba o relatório do tribunal para análise e deliberação, o que pode resultar em sanções políticas para o prefeito, incluindo inelegibilidade ou até mesmo a cassação de seu mandato.

Enquanto os embargos não foram apreciados no TCE-PR para a Câmara Municipal não só prolonga a incerteza sobre a situação de Samuel Teixeira, mas também impacta a governança de Pitangueiras, deixando a população em suspense sobre o desfecho do caso. O Executivo foi acusado do descumprimento dos artigos 1º, parágrafo 1º, da Lei de Responsabilidade Fiscal, e 48, alínea b, da lei federal nº 4.320/64, conforme indicado na análise do resultado orçamentário e financeiro.

Enquanto a decisão final não é tomada, é preciso que a transparência e a responsabilidade administrativa prevaleçam, garantindo que os interesses da população de Pitangueiras, cidade vizinha a Astorga, sejam priorizados. A expectativa agora recai sobre os vereadores, que têm a missão de analisar o parecer com imparcialidade e tomar uma decisão que reflita o compromisso com a ética e a gestão pública eficiente.

A comunidade aguarda por respostas e ações concretas, na esperança de que o processo seja concluído com a devida celeridade e justiça, reafirmando a confiança nas instituições democráticas e na integridade da administração pública.

Foto: Redes sociais

Sair da versão mobile