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Golpe em curso na Câmara de Maringá

O golpe pode ser de mestre… ou um tombo épico

Nem só em Brasília o poder seduz e divide. Em Maringá, a Câmara de Vereadores vive sua própria novela, com direito a traição, ambição desmedida e articulações nos bastidores. O protagonista? Um vereador com fama de pular conforme a maré… desde que a correnteza o favoreça.

Nos corredores, o nome dele circula como favorito para ser o próximo vice-presidente da Câmara, graças a um acordão com a ala Hossokawa. O problema? Entre os que conhecem sua fama, essa ideia é tão indigesta quanto café requentado. Afinal, sem Hossokawa no comando, o cenário pode virar um circo, e não com bons palhaços.

Mas o mais delicioso dessa história é que o espertalhão não quer esperar até lá. Achando que o atual presidente pode ser impedido de ocupar o cargo, já está afiando as garras para assumir no caso de vacância. A sede de poder é tão grande que ele já tropeçou nos próprios planos, revelando o jogo antes da hora.

E o que dizer da ingratidão? Hossokawa, que o tirou da sombra e deu holofote, agora enfrenta o peso da traição. Como dizem os especialistas da boca maldita, melhor apostar em um novato leal do que em um veterano que troca alianças como troca de terno.

Será que o nosso aspirante a estrategista conseguirá saltar etapas rumo ao topo? Ou acabará descobrindo que, na política, quem tem pressa bebe água suja? Fiquemos atentos: o golpe pode ser de mestre… ou um tombo épico.

Daquela que não faz palhaçada com os interesses do povo, Madame Savage.

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