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Em defesa do patrimônio público

Maringá não pode perder espaços do município para a sanha imobiliária

Defensor dos fracos e oprimidos, Devanir Almenara se prepara diante da boataria do que vem por aí nos próximos meses e anos, envolvendo município e Companhia Melhoramentos Norte do Paraná.

Ele vai relembrar aos eleitos que o ex-prefeito Said Ferreira peitou a companhia e assumiu o Parque do Ingá como sendo do município. Agora, surgem especulações sobre a construção de um hotel 5 estrelas na área do Horto Florestal que a CMNP passou para seu braço imobiliário.

Também se comenta que a Sociedade Rural de Maringá vai deixar o local que ocupa no parque de exposições, que em tese poderia ser devolvido à CMNP, que o revenderia, assim como no horto. Além disso, tem uma área de terras comercializada por uma associação cultural, junto com a companhia, para uma rede de supermercados.

Maringá continuará a ser uma grande imobiliária? Será preciso trabalho das autoridades para que o município não perca áreas públicas em benefício (muito benefício) de alguns. No que depender de Devanir Almenara, a justiça será acionada para proteger o patrimônio público, assim como fez o saudoso Zitão; sem ele, Maringá não teria, por exemplo, o Novo Centro.

PS – Tem ainda a questão do Bosque Dois. Serão contestados os créditos que a CMNP quer receber em ação do Novo Centro em ação em que está em tramitação.

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