‘Tá ruim, mas tá bom’


Pior, muito pior seria com a intervenção militar com Bolsonaro no poder
A frase poderia servir de reflexão para os especialistas do mercado e bolsonaristas, que apontam que a economia brasileira está um caos. Que o país está quebrado e alguns até pedem o impedimento do presidente, como forma de resolver ‘os problemas’.
Não é o que parece, vendo as praias lotadas, muita gente viajando, o que me fez lembrar de um sucesso da dupla Gilberto e Gilmar, cujo título é bem o retrato do Brasil, que por sorte, e graças a alguns militares e um ministro do STF, e no TSE, principalmente, e provavelmente pela falta de coragem ‘do mito’, não caminhou para virar, verdadeiramente ‘uma Venezuela’ (ditadura verde).
‘Pode tá ruim com Lula presidente, mas tá bom’. Pior, muito pior seria com a intervenção militar com Bolsonaro no poder. Não é mesmo, vereadora Gisele Bianchini? E a senhora, vereadora Cris Lauer, calma, é muito cedo e não sei se é uma boa ficar lembrando que é Bolsonaro desde sempre, brigando, com a colega extremista (ou ex). Entre menos confusão e garanta mais 4 anos de mandato, que para vereadores e assessores, pode se dizer tudo, mas… ‘tá ruim, mas tá bom’.
Menos ofensa à esquerda, menos louvação à direita. Se tá ruim assim, imagina voltar ao mercado de trabalho, após fazer inimigos na esquerda e até na direita. ‘Tá ruim, mas tão bom’. Ouçamos a música:
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