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Em era política, UEM vira moeda de troca

Pelo jeito, os conselhos não têm voz ativa na Universidade Estadual de Maringá

Na falta de ideias novas, vamos às velhas. O Olhômetro da Universidade Estadual de Maringá comentou sobre no anúncio de que a atual direção da instituição concordou com a construção de uma avenida dentro do campus sede. É a famosa continuidade da avenida Herval. O atual reitor, que tem ligações com o PP, partido pelo qual pode vir a ser candidato a deputado estadual em 2026, não consultou nenhum conselho (COU, CAD e CEP); trata-se, portanto, de posição pessoal.

“Enquanto isso, multiplicam-se as fotos da reitoria lado a lado com os Barros e com políticos da Direita Paranaense. A UEM virou moeda de troca?”, questiona o perfil. “Esse projeto não é novidade — já foi debatido antes e, da última vez, em 2013, foi amplamente rejeitado. Mas parece que a atual gestão municipal não aceita um “não” como resposta e segue mirando a UEM como um obstáculo ao “desenvolvimento” da cidade. E a reitoria? Em vez de defender a universidade, faz acordos sem consulta alguma à comunidade acadêmica? É isso mesmo?”. Leia mais abaixo.

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