Para pessoas com mobilidade reduzida, um desafio no calçamento da universidade
Do leitor:
Calçadas mequetrefes não são exclusividade da prefeitura de Maringá, em seu “Erro (eixo) Monumental”. Na UEM, calçamento necessário e aguardado há anos por quem anda a pé pelo campus, estão no mesmo patamar.
Com a largura que deixaram, parece que a regra será andar em fila indiana. Respeitaram tanto a natureza que preservaram até a ondulação do solo. Espera-se que pelo menos as placas e outros obstáculos sejam realocados. Para pessoas com mobilidade reduzida ou com deficiência, imagino que o desafio de caminhar por ali será ainda maior.
