Ex-juiz federal e senador maringaense vai defender ex-delegado de Paranavaí, hoje seu assessor, no dia 8 de julho
Formado na UEM, o senador Sergio Moro (União) parece não ter comparecido à aula que explica que chamar alguém de “ladrão” pode ser considerado crime de injúria, que é um dos chamados crimes contra a honra. É o que raciocina ex-colega do curso de Direito diante da notícia de que Moro será testemunha no dia 8 do ex-prefeito de Paranavaí, Carlos Henrique Rossato Gomes, o Delegado Kiq, que se referiu desta forma ao presidente Lula.
Nas redes sociais, o senador está defendendo o liberou geral para a expressão, acompanhando entendimento recente do ministro André Mendonça, do STF, para quem político pode ser chamado de ladrão. “E, se vale pra um, sabe como é…”, lembra um observador, lembrando que o União Brasil de Moro uniu-se ao PP, considerado um dos partidos mais envolvidos com a corrupção do mensalão e do petrolão.
Moro será testemunha em favor não de um ex-prefeito, mas de seu assessoria parlamentar pleno (AP-07), que nomeou este ano.
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