CCs na Câmara: MP abre inquérito

Promotor Leonardo Vilhena deu prazo de 48 horas para presidente Majô entregar informações
A Promotoria de Proteção ao Patrimônio Público instaurou de ofício inquérito civil para apurar possíveis irregularidades na aprovação do projeto de lei de autoria de parte da mesa diretora da Câmara Municipal de Maringá. No plenário, o aumento passou com 16 votos a 7.
O projeto criou 25 novos cargos comissionados na casa, sendo um para cada vereador e dois para a presidência do Legislativo, comandada pela vereadora Majô (PP), idealizadora da proposta, que somente com vencimentos representará mais R$ 8 milhões nesta legislatura.
O promotor Leonardo da Silva Vilhena, em ofício enviado à Câmara na quinta-feira deu prazo de 48 horas para o envio de cópia integral do procedimento relativo ao projeto 17.582 com todos os seus atos, incluindo o requerimento de urgência especial para a votação da matéria, ocorrida na terça-feira.
O representante do Ministério Público frisou que o portal da transparência não reza integralmente as informações relativas à tramitação do projeto, que causou repúdio da maioria da população maringaense. Votaram contra o aumento seis vereadores: Mário Verri, Ana Lucia Rodrigues, Cristianne Costa Lauer, Mário Hossokawa, Ângelo Salgueiro, Daniel Malvezzi e Giselli Bianchini.
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