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O que ela queria

Vereadora do Novo apostava que caso poderia ser arquivado

Vereadora cassada hoje apostava que, caso a presidente Majorie Catherine Capdebosq (PP) aceitasse o pedido de sua defesa, que pediu adiamento da sessão especial de julgamento, o caso seria arquivado. Esta é a tese mais aceita, pois nem ela apareceu na sessão.

Com o adiamento, não concedido, todos os vereadores teriam que ser novamente notificados – inclusive ela. O fato de não ter aparecido na sessão para utilizar as duas horas para se defender a que teria direito levantou dúvidas sobre seu paradeiro. Ela poderia estar em outra cidade. Neste caso, uma eventual notificação seria improvável – e aí o prazo de funcionamento da Comissão Processante, de 90 dias, se esgotaria e o caso seria arquivado.

Foto: Reprodução/Arquivo

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