Cezar e Paulinho, a dupla e outros dois


Lula, apesar dos ‘tropeços linguísticos’, pode ser considerado um estadista, já Bolsonaro nunca teve postura de presidente
Na última quinta-feira, assistimos o show Cézar e Paulinho no Pimenta Doce, com um casal de amigos. Antes de tudo, do espetáculo, por sinal muito bom, o amigo revelou que já assistira a dupla, no mesmo local, em 30 de outubro de 2022, um domingo, dia do segundo turno da eleição presidencial e antes acompanharam, com outros bolsonaristas. Contou-nos que houve um clima de velório, após a virada de Lula e com a confirmação de sua vitória, pois boa parte do público era de bolsonaristas.
Este amigo, que como é não é petista, nem lulista, mas enxergava e enxerga que Bolsonaro foi um desastre no cargo e não reúne as menor condição para ser o maior mandatário político da nação, disse que ficou com um torcedor de um time, no estádio do adversário, vibrando por dentro, mas não podendo comemorar explicitamente.
Estamos entre aqueles que não colocam ‘a mão no fogo’ por Lula, mas entre os dois (Lula e Bolsonaro), há uma diferença abissal em favor do atual presidente e por consequência em favor do Brasil. Lula, apesar dos ‘tropeços linguísticos’ (às vezes fala demais e indevidamente) pode ser considerado um estadista, já Bolsonaro nunca teve postura de presidente, muito pelo contrário, parece um ‘barraqueiro desequilibrado’, provocador de brigas, mas que se acovarda contra os grandes e certamente não enfrentaria os EUA. Talvez fosse capaz até de tentar de intervir (dar um golpe do STF), para atender Trump.
Que em outubro de 2026 possamos ficar livres desse radicalismo de falsos patriotas, que surjam para 2026 novas lideranças políticas de direita e de esquerda, pois para 2030, Lula e Bolsonaro talvez cantem juntos um sucesso da dupla, veja aqui:
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