Ciclovia e pista de caminhada

Há preocupação com impermeabilização do espaço público na avenida Brasil, que deixaria a água de chuva com dificuldade de escoamento

A colocação de asfalto no lugar de concreto na ciclovia no canteiro central da avenida Brasil, na Vila Operária, assustou comerciantes diante das últimas enchentes ocorridas em Maringá. Reclama-se da impermeabilização da cidade, visto que o espaço ao redor da árvore quase não existe, embora a legislação municipal estabeleça área mínima em seu entorno.

O secretário de Infraestrutura, Vagner Mussio, diz que a ciclovia foi ampliada, para que possa ter do outro lado uma pista de caminhado. “Claro que quando você faz mais pavimento, você diminui a área permeável. Tanto que na avenida Guaiapó eu removi todo o mato que tinha e replantei grama e lá também já estou terminando o projeto de drenagem que será feito perto do CSU”.

Ele acrescenta que no caso da avenida Brasil a ciclovia era muito perigosa, estreita, e a lei agora estabelece um mínimo de 2m40. “Como ela já tinha dos dois lados, eu refiz dos dois lados, mas o padrão é aquele um que está sendo feito na Tuiuti, que é somente uma via. Só aí vamos fazer uma pista de caminhada de 3 quilômetros na avenida Brasil, que é um trecho reto, sem subida, sem descida, e nesse ponto aí não há problema de alagamento”, acrescentou.