Empresa maringaense é alvo de denúncias

Empresa de energia solar de Maringá é acusada de possível golpe desde 2024
Uma empresa maringaense com mais de 6 anos de existência é alvo de inúmeras reclamações de consumidores que não tiveram atendidos os pedidos de serviços de instalação de placas solares. Há até um grupo no Instagram que reúne vítimas do que seria o maior golpe solar do país, reunindo clientes, representantes e instaladores prejudicados.
A CRP Solar Tecnologia e Sustentabilidade, razão social da Solar Maxx, que tem sede na avenida Nildo Ribeiro e da Rocha e filiais em Cuiabá (MT) e Eusébio (CE) há tempos vem sendo acusada de enganar quem contrata seus serviços. No site Reclame Aqui há várias queixas e a informação de que menos de 6% delas são resolvidas pela empresa.
O atraso na entrega e instalação dos equipamentos vêm de vários estados brasileiros e de lugares como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Teresina e dezenas de outras cidades. De acordo com o site, são 116 reclamações aguardando resposta. A última queixa foi feita a três dias e refere-se a “conta muito alta” da conta de energia elétrica, apesar da instalação das placas. “Reputação não recomendada” é a avaliação feita pelo Reclame Aqui, onde são relatados casos de encomendas feitas e não entregues desde 2024.
Uma das reclamações é de um consumidor que solicitou a instalação em abril de 2025 e até agora nada. Ele recorreu ao Procon, mas não houve acordo e a parceria do banco não apareceu na audiência. O banco financia a compra dos equipamentos e apontou que repassou o dinheiro à empresa em abril do ano passado., Ele instalou placas de outra empresa e aguarda a devolução dos valores pagos que, alega, a empresa se recusa a devolver. “A empresa Solamaxx nunca mais falou comigo”, reclamou o consumidor no último dia 8.
Entre as várias reclamações na rede social está a de um apresentador de televisão que observa que ”quem foi vítima de um golpe ou de uma quebra de contrato sente que está lutando sozinho contra gigantes”. “A sensação de impunidade dói tanto quanto o prejuízo financeiro. No entanto, o recente desfecho do Caso Filia, em Maringá, serve como um lembrete poderoso de que a justiça é um processo contínuo. Assim como aconteceu com os clientes da empresa de eventos, que viram os sócios serem finalmente indiciados por estelionato e associação criminosa, as vítimas da Solarmaxx também podem e devem acreditar no trabalho das autoridades”, disse o apresentador Bruno Peruca, da Rede Massa. Conheça reportagens e outros casos sobre o assunton aqui. A empresa disse estar trabalhando para resolver as pendências.
Imagem: Reprodução/Instagram
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