Vereadora dá ‘carteirada’ para fazer filha integrar Câmara Mirim
Uma jovem perdeu a data da seleção para ser candidata a vereadora mirim em Maringá. Para ser vereador mirim, as crianças participam de uma seleção, e a menina perdeu a data e não participou da seleção. Mas a mãe, que é vereadora ‘Deus, pátria e família’, conversou deu uma ‘carteirada’ e exigiu que a filha participasse do projeto Vereador Mirim – uma injustiça com quem participou e não foi selecionado.
A história não termina aí, na carteirada da vereadora ‘Deus, pátria e família’, que chegou a comandar antidemocráticos defronte o Tiro de Guerra exigindo intervenção militar. Ela passou a participar das sessões da Câmara Mirim, interagindo, orientando a filha com mensagens no celular.
Outros viram e não acharam justo. Reclamaram ao coordenador do projeto e exigiram medidas contra a mãe. A vereadora mirim foi convidada a se retirar e não participar mais. A mãe vereadora tem outra filha no Parlamento Jovem, mas esta foi selecionado seguindo as regras como todos os demais participantes.
A história faz lembrar de uma maringaense que queria se eleger vereadora e pagava R$ 50,00 para quatro senhoras de idade “guardarem” lugar para sua família na primeira fila do culto de uma igreja evangélica, estabelecida na avenida Mauá. Quando foi advertida que a prática não era ética e foi proibida, tomou uma decisão: mudou de igreja…
Foto: Arquivo/CMM
