Maringá: ontem e hoje


Será que a Maringá maravilhosa do passado não corresponde a uma visão saudosista da outrora idade jovem dos atuais idosos?
Aos 28 anos de idade, em 1974, eu já era professor do Departamento de Letras da UEM. Tudo era alegria e entusiasmo. Recepcionado no bloco 11 pelo então chefe do Departamento, o saudoso professor Agostinho Baldin, ele não hesitou em garantir que no máximo em 5 anos o bloco pré-fabricado em que trabalhávamos seria substituído por um bloco definitivo em alvenaria com modernas acomodações e o “luxo” do ar-condicionado.
Para mim, hoje idoso, a precariedade das instalações estava ótima, tanto assim que no aniversário de 50 anos da UEM, antes da gravação comemorativa do jubileu de ouro da Instituição, fiz questão de conhecer a modernidade do bloco 11, passados 50 anos.
Para mim, idoso, que surpresa: o bloco prosseguia o mesmo pré-fabricado que eu havia conhecido há meio século, na condição de jovem professor coetâneo do primeiro reitor da UEM: José Carlos Cal Garcia.
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