Ele consolidou um poder autocrático ao se declarar ditador perpétuo da República Romana
Brincalhão e bem humorado, como quase sempre, o Carioca aproveitou a ausência do âncora Paulo Caetano para, usando seus poderes videntes, dizer que ele (Paulo) foi o imperador Caio Júlio César (100 a.C. – 44 a.C.) que foi, digo eu, um general, estadista e escritor romano, mas tecnicamente nunca foi um imperador. Ele consolidou um poder autocrático ao se declarar ditador perpétuo da República Romana, pondo fim ao antigo sistema republicano e pavimentando o caminho para o Império Romano.
A propósito, digo eu (Akino), consta que Júlio César reformou o calendário tradicional, estabelecendo o ano solar de 365 dias com um ano bissexto, criando o calendário Juliano, como mês de julho em homenagem ao seu nome. Depois, agosto ganhou o 31º dia, por vaidade do Imperador César Augusto, para que o mês de sua homenagem não fosse menor que o de Júlio César, ele acrescentou um dia ao mês (retirado de fevereiro). Sabe o que isso significa? Nada. Mas foi importante que o assunto fosse levantado pelo Carioca, para falarmos do dogma da reencarnação, da qual muitos, como nós, não temos a menor dúvida.
PS: Agosto é o único mês do ano que se segue a outro de 31 dias. Janeiro, março, maio e outubro e dezembro são os outros e o mês de fevereiro era o último mês do ano, por isso tem menos dias. Quanto ao Paulo Caetano ser reencarnação do Imperador, há controvérsias.
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