“Na mesa de Jesus há lugar até para Judas”
Desde 2018, quando Jair Bolsonaro participou pela primeira vez, a tal Marcha para Jesus tornou-se palanque para o bolsonarismo, que trata Deus como cabo eleitoral.
Ontem, Flávio Bolsonaro – aliado de milicianos, com contatos no Comando Vermelho, expert em rachadinha e representante do líder da organização criminosa que tentou dar um golpe de Estado -, foi a “estrela”, apresentando-se como líder da “guerra espiritual” que expulsará o “Mal instalado em Brasília”.
Separado do trio bolsonarista que dominou o carro de som – Flávio, Tarcísio e Ricardo Nunes -, Jorge Messias, advogado-geral da União e evangélico autêntico, resumiu a ópera bufa ecenada pelo 01: “Na mesa de Jesus há lugar até para Judas”.
Foto: RS/via Fotos PublicAS
