Depois de perder o vôlei feminino para Londrina, Maringá poderia ter representante da Superliga masculina, o time do campeão Marcelo Negrão
Na semana passada o Norde Vôlei, de Fortaleza (CE), decidiu continuar em Fortaleza para a temporada 2026/27 da Superliga, que reúne os melhores times do país. A equipe foi montada há três anos por Marcelo Negrão, um dos maiores nomes do vôlei, campeão olímpico nos Jogos de Barcelona em 1992.
Há alguns dias, antes de bater o martelo, circularam especulações sobre a saída da equipe, a única do nordeste na competição. Marcelo Negrão antecipou que vai confirmar até o dia 16 a participação do Norde junto à Confederação Brasileira de Vôlei, depois de acertar patrocínios para manter o investimento estimado entre R$ 6 e 7 milhões com a equipe.
Durante as especulações surgiu a informação de que a vaga chegou a ser sondada, ou oferecida, a Maringá, e que teria sido recusada por representantes da indústria e do comércio e do próprio poder público. A conversa circula no meio esportivo, sem confirmação oficial. O próprio Negrão, contatado, não se manifestou a respeito.
Em 22 de maio, de forma oficial, Maringá perdeu para Londrina a equipe da Associação Maringaense de Vôlei, que disputa a Superliga e buscava mais recursos. Durante meses o assunto foi discutido, sem solução. Em Londrina, na semana passada, o time que agora representa a cidade formalizou um acordo com a prefeitura, no valor de R$ 800 mil, em duas parcelas. Válida por duas temporadas (Superliga 2027/2028), os recursos para a parceria foram viabilizados pelo Fundo Especial de Incentivo a Projetos Esportivos (Feipe), programa que fomenta iniciativas esportivas, em diferentes modalidades e níveis. Neste ano, o edital contemplo R$ 3,8 milhões para o biênio 2026 e 2027.
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