É candidatíssima e armou-se toda uma estratégia para ter um pretexto para a renúncia e ainda fazer uma campanha antecipada, disfarçada
Confesso de demorei um pouco para entender e até fiquei com dó da Michelle, pelos ataques que sofreu após a gravação do vídeo e a renúncia do cargo de Presidente do PL Mulher, abrindo mão uma remuneração bruta de R$ 46.366,19 mensais (líquido de R$ 33.848,30), e deixando no ar que não seria mais candidata ao Senado pelo DF.
Pura estratégia política. É candidatíssima e como há uma dúvida se precisaria se desincompatibilizar, uma vez que recebe dinheiro público do Fundo Partidário, armou-se toda essa estratégia para ter um pretexto para a renúncia e ainda fazer uma campanha antecipada, disfarçada.
A estratégia é a seguinte: Elege-se Senadora e em 2030, com 04 anos de experiência no cargo, será a candidata do PL ou outro partido que represente o bolsonarismo, se apresentando como a ‘ Bolsonaro de saias’, mulher, evangélica, boazinha, não arriscando nada, uma vez que, se perder, terá mais 04 anos de mandato, que pode ser renovado. Até lá, sabe-se lá o que terá acontecido com o Jair, e… bem não vamos cogitar.
A verdade é que, eleita agora, Michelle estará com a vida financeira resolvida, e o que menos importa é uma vitória do enteado, muito pelo contrário. Jair sabe de tudo isso? Concorda? Torce? Não é possível saber como ele se imaginaria sendo um ‘primeiro damo’, primeiro de senadora e quem sabe de presidente (parece inaceitável). Mas quem pode garantir que não tenha realmente se convertido e seja um homem de Deus de verdade?
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