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‘Coisa de pedetista’

Prática de repasse de parte do salário e assédio teriam ocorrido em outro gabinete do PDT

Depois que a denúncia de assédio moral e suposta “rachadinha” no gabinete da vereadora Ana Lúcia Rodrigues, a mesma conversa circulou no gabinete do também pedetista Lemuel Wilson Rodrigues. Não houve interesse, porém, em denunciar práticas pouco ortodoxas do vereador que se elegeu com a bandeira da causa animal.

A contribuição mensal de parte do dinheiro do salário para o partido, mesmo sem ser existir filiação, e o uso do trabalho de assessores contratados para seu gabinete em tarefas de sua ONG, em horário de expediente, foram relatados por colegas de Câmara, onde sempre circularam casos de devolução de vencimentos recebidos por ocupantes de cargos comissionados – alguns ultrapassando os 50%.

Nos casos relatados no PDT a diferença é o revestimento de contribuição partidária mesmo sem ser do partido – que em Maringá há alguns anos é presidido por Ana Lúcia. “Não há santo, mas formas diferentes de se apropriar do dinheiro de assessor e desta vez tornou-se pública um modus operandi, que parece ser coisa de pedetista”, diz um assessor que sabe tudo dos corredores.

Ah: a suposta “rachadinha” também é conhecida no Legislativo como “contribuição por livre e espontânea pressão”.

Imagem meramente ilustrativa: CMM

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