Será que vem novidade por aí?

Número usado por Filipe Barros nas eleições de 2022 não está na relação de candidatos a deputado federal pelo PL
Um zunzum corre no Partido Liberal. Dizem que, ligando as pontas, faz até sentido se tivermos novidades nos próximos dias.
Conhecido como “01 de Bolsonaro”, o londrinense Filipe Barros elegeu-se deputado federal com o número 2201. Este ano, é candidato ao Senado – e o número 2201 para a disputa da Câmara Federal pelo PL não está sendo usado por nenhum postulante.
Dos considerados candidatos que chances de se eleger senador, somente Barros e Cristina Graeml (PSD) não apreserntaram até agora prestação de contas à Justiça Eleitoral. Bem ao contrário dos demais.
Deltan Dallagnol (Novo) levantou R$ 964.943,95, sendo a maior parte (R$ 800 mil) dos fundos partidário e especial e doações. Entre fundo partidário e doações de pessoas físicas, Alexandre Curi (Republicanos), R$ 478 mil, Gleisi Hoffmann (PT) recebeu R$ 400 mil em doações, sendo R$ 300 mil somente pela internet. Até o Drr. Rosinha (PT) tem R$ 851.500,00, valor do qual a doação de R$ 10 mil e o restante do fundo especial.
Os demais candidatos que não apresentaram contas são de partidos pequenos, como Joaquim do MLB (UP), Karen Guerreiro (Missão) e Marcelo Marcelino (PCO).
Resumo da ópera: tem gente achando que o número 2201 será ressuscitado para uma candidatura a deputado federal.
Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
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