Itaipu Parquetec apresenta ecossistema de inovação

Programação reuniu empresas, instituições e profissionais de diferentes setores em dois dias de conteúdos, visitas técnicas e conexões para discutir inovação, transição energética e oportunidades de cooperação
A vitrine de soluções tecnológicas, projetos e ações desenvolvidas pelo Itaipu Parquetec para a transição energética marcou uma das etapas da Rota Itaipu, iniciativa mobilizada pela Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei). Entre os dias 27 e 28 de agosto, os participantes, que representam diversas empresas nacionais e internacionais, conheceram as estruturas, centros e competências do Parque e da Itaipu Binacional, que foi a anfitriã e mediadora do evento.
A programação reuniu representantes da WEG, Siemens, Klabin, Petrobrás, entre outras, em uma agenda voltada à aproximação entre empresas, instituições de ciência e tecnologia e ambientes de inovação. A proposta foi apresentar, na prática, a amplitude do ecossistema e as diferentes formas de interação com empresas e instituições.
“Uma das nossas funções é estar próximo do mercado, entender quais são os desafios das empresas e conectar essas demandas às competências que temos aqui. Isso pode acontecer por meio da contratação de soluções, da construção de projetos de P&D, da transferência de tecnologia ou da criação de novas oportunidades de negócio”, explicou Irineu Colombo, diretor superintendente do Itaipu Parquetec, durante a participação no evento.
Transição energética para o futuro – A temática da transição energética marcou a apresentação do diretor de Tecnologias do Itaipu Parquetec, Alexandre Gonçalves Leite, que destacou o desenvolvimento de tecnologias, pesquisa e desenvolvimento e novas aplicações para o setor de energia, como projetos ligados ao hidrogênio verde, a exemplo da planta instalada no Itaipu Parquetec e do BOTOH², o primeiro barco movido a hidrogênio verde da América Latina – apresentado na COP30 em 2025.
O Itaipu Parquetec também foi apresentado como uma plataforma capaz de conectar competências e soluções tecnológicas às demandas do mercado, como os projetos de implementação de uma rede privada 5G no Porto de Santos e a parceria com a Boston Dynamics para o desenvolvimento do robô Spot, que aperfeiçoa a segurança operacional e coleta dados em ambientes industriais.
“Estamos há algum tempo discutindo o futuro da energia no Brasil, e esse futuro passa necessariamente pela cooperação entre empresas, ICTs e outros atores. Precisamos identificar quais tecnologias e competências podem contribuir para modernizar as usinas, desenvolver novos produtos e estruturar projetos de pesquisa e desenvolvimento”, destacou Alexandre.
Um ecossistema para gerar conexões -As aplicações práticas e o desenvolvimento das tecnologias em tempo real puderam ser vistos durante a visita ao Centro de Desenvolvimento Tecnológico. A experiência reforçou uma das características do Itaipu Parquetec: a integração entre diferentes estruturas e frentes de atuação em um mesmo ambiente.
Os participantes conheceram parte da infraestrutura disponível e visualizaram como laboratórios, centros tecnológicos, pesquisadores, empresas, startups e parceiros podem atuar de forma integrada.
“Temos aqui uma infraestrutura que permite às empresas acessarem competências, equipamentos e profissionais especializados para avançar em seus desafios tecnológicos. A proximidade entre laboratórios, centros de pesquisa, startups e parceiros facilita a formação de projetos conjuntos e abre diferentes caminhos para transformar uma demanda de mercado em uma solução”, explica Jonhey Nazário, gerente do Centro de Negócios do Itaipu Parquetec. (Assessoria)
*/ ?>
