Passeio público de Maringá

Cadê o pau-brasil que estava aqui, na calçada da avenida das Palmeiras?

O aviso foi dado aqui há dois anos – e reforça a necessidade que Maringá deve ter uma Secretaria da Árvore, seu maior bem público.

Na avenida das Palmeiras com a rua Professora Letícia de Paula, no Parque das Palmeiras, existiam sete árvores, entre elas um jovem pau-brasil (Paubrasilia echinata) cuja corte é classificado como crime ambiental, sem a autorização dos órgãos competentes.

Passeio público na rua Professora Letícia de Paula

Pois só sobraram duas, a calçada foi cimentada. No local um prédio aguarda pra abrigar um pet shop e uma farmácia. É Maringá criando mais ilhas de calor.

O pau-brasil desapreceu, a exemplo do exemplar que existia – com placa de identificação e tudo – no Centro de Convivência Comunitário Deputado Renato Celidônio (abaixo), que fica a poucos metros do Executivo, do Judiciário e do Ministério Público. Sumiu na administração passada – e ninguém deu satisfação ou punido.

Pau-brasil que existia próximo ao MP, Judiciário e Executivo, e que foi destruído anos atrás

A chuvarada rápida e devastadora que se viu ontem à noite é reflexo da forma como o passeio público é tratado em Maringá. As áreas permeáveis, que absorvem a água, estão desaparecendo. O futuro não é nada promissor.