Pela improcedência

Câmara de Maringá julga improcedentes as denúncias apuradas pela Comissão Processante

Em sessão especial realizada hoje, após a primeira reunião ordinária da semana, a maioria do plenário da Câmara de Maringá votou pela improcedência das denúncias contra a vereadora Ana Lúcia Rodrigues, presidente municipal do PDT., As acusações foram feitas por um ex-assessor, o Legislativo abriu uma Comissão Processante e o relatório final levou em consideração a inconsistência de provas. O teor do parecer foi adiantado aqui na quarta-feira, 23.

O ex-assessor Vinícius Emmanuel Felice de Oliveira França afirma que durante o período que trabalhou no gabinete da vereadora houve: assédio moral, exigência de pagamento da contribuição partidária, uso irregular da estrutura do cargo para fins particulares ou exclusivamente partidários e sugestão do registro de frequência sem prestação de serviços.

Antes da votação do relatório final, usaram a palavra Luiz Neto (Agir), autor do parecer final, Guilherme Machado (PL), presidente da CP, Ana Lúcia Rodrigues e o advogado de defesa, Marco Alexandre Souza Serra. A CP também foi composta por Akemi Nishimori (PSD).

Dos 20 vereadores presentes, apenas Cristian Maia Maninho (Republicanos) votou contra o relatório. Maninho foi eleito para o primeiro mandato pelo mesmo PDT, e respondeu processo que pedia sua expulsão por ter manifestado apoio a candidato a presidente da República de outro partido. O Pastor Sandro (Republicanos) não votou e Giselli Bianchini não estava na sessão. Após o resultado, o presidente interino, vereador Sidnei Telles (Podemos), determinou o arquivamento das denúncias e a devida inclusão em ata. (C/ Assessoria). 

Foto: Marquinhos Oliveira/CMM