No Dia de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil e Rainha do país, além da tradição familiar, vem à lembrança os discursos de Verdelírio Barbosa.
Sempre que se referia a mim, Verde citava minha devoção a Nossa Senhora Aparecida, cuja imagem costumava carregar, seja no pescoço ou num chaveiro. Foi graças a uma promessa à santa feita por minha mãe, dona Dora, dentro de um ônibus entre Maringá e Paranacity, levando uma criança recém-nascida desenganada por vários médicos, que, todos cremos, sobrevivi à frágil condição de saúde, desenganado pelos médicos.
Só posso reproduzir a Oração de Homenagem e Proteção: “Ó incomparável Senhora da Conceição Aparecida. Mãe de Deus, Rainha dos Anjos, Advogada dos pecadores, refúgio e consolação dos aflitos e atribulados, Virgem Santíssima cheia de poder e de bondade, lançai sobre nós um olhar favorável, para que sejamos socorridos por vós, em todas as necessidades em que nos acharmos.”
