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Eleição e disputa nos pênaltis

Nosso time é o Brasil. Não é a Venezuela, nem a Argentina, ou os EUA

Faltam três dias para uma eleição tão tensa como uma decisão, por pênaltis, quando o nosso times disputa uma vaga na final da Libertadores. Ontem foi assim comigo, palmeirense, diante de um time carioca e ao contrário de outras vezes resolvi assistir, confiante de que o meu time venceria. Guardadas as proporções, domingo é semelhante, mas muito mais importante.

Para os que torcemos para o Brasil a eleição, pode nos classificar ou desclassificar, mas não devemos ficar só torcendo. Vamos bater o nosso pênalti bem batido. Vamos ser o goleiro, para defender. Vamos convocar a torcida para fazer o mesmo, apontando as falhas do adversário. Ainda que tenhamos alguma desconfiança no goleiro titular, analisemos quem é o reserva. E se o reserva precisar entrar? Vejam os candidatos a vice de um e de outro candidato.

Nosso time é o Brasil. Não é a Venezuela, nem a Argentina, ou os EUA. Eu torço e jogo pelo Brasil. Jogo futebol, não em bets. Amo, tenho orgulho do nosso país. Não podemos entregar a seleção para qualquer técnico, sobretudo pseudos, falsos, enganadores.

Pense aí, que nós pensamos aqui. Que os nossos pensamentos sejam bons. Que vença o melhor. Que a nossa democracia seja preservada.

O Palmeiras venceu, mesmo perdendo no tempo normal (digamos no primeiro turno), mas se classificou para a final. O Brasil precisa se classificar também, para tempos melhores. Falta muito para ser campeão, mas não pode cair para divisões inferiores.

Imagem gerada por IA

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