Teoria da conspiração?

Aumento de preços em mercados à véspera do pleito e treinamento em empresa no dia da votação eleitores encucados

Em véspera de eleição, alguns setores podem encontrar no aumento de preços uma espécie de instrumento eleitoral. Leitor observa que o preço do quilo do coxão mole em determinada rede de supermercados em Maringá custava R$ 39,00; agora, a dois dias da eleição presidencial, o preço subiu para R$ 54,98. O aumento também aconteceu no quilo do miolo de alcatra.

O coxão mole varia geralmente entre R$ 38,90 e R$ 58,99 no mercado, dependendo do tipo de embalagem, da marca e do estabelecimento escolhido. Uma das grandes redes locais passou a vencer a R$ 50,00. O resultado é açougue sem fila.

Também uma denúncia de que está chegando à Justiça Eleitoral envolve um centro de estética que programou treinamento para seus funcionários no sábado e no domingo. A empresa orientou que os empregados justifiquem o voto depois. Trata-se de inibir o direito ao voto, configurando-se crime eleitoral – na mesma linha da atualização da Polícia Rodoviária Federal no governo Bolsonaro bloqueando as estradas do norte/nordeste.