Ex-juiz federal, o governador eleito do Paraná pegou maneiro com o sumido Flávio Bolsonaro, alvo de duas investigações da Polícia Federal. Preferiu falar da apreensão de passaporte, solicitada pela PF, e não da fuga do seu colega de partido.
No X, há 10 minutos, ele escreveu:”Em que tipo de país o candidato da oposição à presidência, que teve 59 milhões de votos, tem o seu passaporte apreendido no dia seguinte à eleição? O Brasil segue longe da normalidade institucional. No contexto, Flávio deixar o país é compreensível”.
O eleitorado que votou em Moro por conta de combate à corrupção aguarda um pronunciamento formal sobre a fuga de Bolsonaro para os Estados Unidos.
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