Ficção e vida real
Falemos hipoteticamente: Se o personagem Félix, da novela Amor à vida, que como comprador do hospital do pai exige preços mais altos dos fornecedores e propõe rachar o sobrepreço, fosse o negociador da tarifa do transporte coletivo. O que faria se lhe fosse apresentado um número de R$ 2,50? Provavelmente diria: Dois e cinquenta não, vamos colocar de R$ 2,60 e os R$ 0,10 você me repassa. Claro que novelas são ficção e certamente isto não deve ocorrer na vida real, mas que ficou estranho a definição de valor sem uma discussão conjunta com os vereadores, isto ficou. Confio na honestidade do secretário Ademar Schiavone, que está sendo colocando na fogueira, enquanto outros se escondem. Por que o secretário de Comunicação não postou nada sobre o assunto? Por não aparece dando entrevistas?
Akino Maringá, colaborador
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