Gozando a ‘petezada’

O secretário Milton Ravagnani, que permanece silente sobre a polêmica de um possível acordo entre Ricardo Barros e a cúpula do PT, em Brasília, que teria sido aliavado à revelia de Enio Verri, e já desmentido (não houve acordo), por este, postou em blog o seguinte: “No jeitão Lula de ver o mundo, as revoltas populares que varreram o Brasil de ponta a ponta não são rejeição à política. Uaaau! O mestre sabonete continua sua sina de inventar versões para ver se muda fatos. E a petezada reverbera. Se as mobilizações são contra a política atual ou não, o leitor faça sua avaliação. Só uma informação mínima: Dona Dilma despencou a ladeira para a casa dos 30 pontos de aprovação nas pesquisas pós-movimentos. Mesmo número da reprovação do seu governo. Isso é rejeição à política ou não? “Menas”, Lula, “menas”.
Meu comentário (Akino): Será que chefão Ricardo aprova este tipo de gozação? Ou seria proposital, para passar a impressão de que eles não se dão bem, são adversários? Vindo de onde vem, tudo é possível. De qualquer forma, se eu fosse do PT e tivesse alguma tratativa, não gostaria de ler este tipo de crítica. É bom tomar cuidado, pois há certos grupos nos quais não se deve confiar muito e fazer acordos, cumprindo a sua parte primeiro.
PS: Acho uma falta de respeito criticar os erros de português de Lula. Paulo Bernardo, que é muito amigo dele, não deve gostar nada disso.
Akino Maringá, colaborador