Não é bem assim
Leitor que identifica como Polaquinho fez o seguinte comentário: “Eu acredito, com os dois pés atrás. Entendo que os ministros sequer leem os processos, e quando votam “acompanham o relator”. Se fosse diferente, o Tofolli saberia do que se tratava e poderia já se declarar “impedido” de votar. Então houve uma manobra de última hora, e ele pediu vistas (grossas?), empurrando o caso com a barriga. Duvido que haverá discussão quando o caso for a julgamento. Os ministros não estão preocupados com isso. Apenas balbuciarão um monossílabo, que não sei qual será. Ou sim ou não.”
Meu comentário (Akino): Não é bem assim, meu caro Polaquinho. Os ministros têm obrigação de ter o mínimo conhecimento do caso, notamente rumoroso como este. Aí entra o papel dos advogados, apresentando os memorais, visitando os gabinetes. Isto que você disse pode acontecer quando não há interesse ou quando o caso é muito claro. Se tivesse havido um acordo, com entrega dos pontos pelo PT, como se deixou transparecer, isto poderia ocorrer, mas não acredito. Depois que Enio garantiu que a defesa seria feita com todo vigor, acho acho que os advogados não medirão esforços para alertar os ministros que o caso é simples, líquido e certo, que a decisão do TRE- PR precisa ser mantida com base na jurisprudência dos casos Simões , Guarapari e Guanambi. Qualquer decisão diferente cheirará mal.
Reiteramos nossa confiança em Enio Verri e seus advogados, especialmente os de Maringá, que conhecemos o trabalho. Se houve tentativa de manobras foi da cúpula, de Brasília e Curitiba, aprontando uma verdadeira traição com o povo de Maringá, mas que não prosperará.
Akino Maringá, colaborador
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